Como Hollywood preparou o “estado de choque” da pandemia

Como Hollywood preparou o “estado de choque” da pandemia

A “pandemia” do Covid-19 foi uma operação militar que foi preparada para encobrir a crise capitalista mundial que estava muito próxima a estourar desde setembro de 2019.

Sob essa cobertura tem sido repassados trilhões aos grandes capitalistas que não somente têm se salvado da crise como também têm obtidos enormes lucros. Mas a crise continua avançando a passos largos. A “saída” capitalista para salvar os super ricos, a grande burguesia, passa por ditaduras cada vez mais ferozes contra os povos, o fascismo e grandes guerras.

Dentro da campanha de propaganda para preparar o novo “estado de choque” para impor o que a grande burguesia bem entende, o papel de Hollywood tem sido muito importante com a produção de vários filmes muito direcionados e que tiveram enorme divulgação principalmente a partir de 2018.

Tomamos como exemplos três deles.

Contágio

Há mais de uma década, os estúdios de Hollywood estão preparando a população mundial com filmes como “Contagion”. Se trata de um filme dirigido por Steven Soderbergh que teve sua estreia em 2011 e que desde que começou a está entre os 10 filmes com mais audiência.

No filme, Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) retorna a Minesota (Estados Unidos) de uma viagem de negócios em Hong Kong. Ela começa a passar mal. Emhoff atribui seus sintomas ao jetlag (o fuso horário).

No entanto, dois dias depois ela morre sem os médicos encontrarem a causa. Pouco depois, outras pessoas começam a manifestar os mesmos sintomas e, em breve, estoura uma pandemia que as autoridades sanitárias tentam conter a qualquer custo.

Semelhanças (e diferenças) com a atual “pandemia”

Um assunto comum e fundamental é que ambos vírus tiveram como origem a China e os morcegos num papel preponderante.
No filme, Emhoff acaba se convertendo na paciente zero da doença de ficção denominada MEV-1. Ela se contagia do vírus quando troca um aperto de mãos com um chef em Hong Kong, que preparou um porco que tinha sido mordido por um morcego infectado.

Guerra Mundial Z (com Brad Pitt)

A Guerra mundial Z (World War Z) é um filme norte-americano de 2013 dirigida por Marc Forster e protagonizada por Brad Pitt, que no auge da sua carreira pega este papel muito distante dos papéis que tinha atuado como grande artista consagrado.

Gerry Lane (Brad Pitt), antigo trabalhador das Nações Unidas está no carro com sua família, em Filadélfia, quando de repente o caos irrompe na cidade.

Gerry vê como as pessoas pulam umas nas outras e algo acontece que o deixa pasmo: as pessoas estão se mordendo e desenvolvendo grande violência.

Ao presenciar isso, ele vê o momento exato em que uma pessoa morde outro homem e Gerry conta o tempo que vai desde a mordida até a mudança, a pessoa sofrendo ataques violentos. A partir disso, ela se torna primitiva e violenta, então Gerry deduz que eles estão sendo infectados com alguma doença estranha. Em seguida, ele recebe um telefonema de seu velho amigo e atual subsecretário-geral das Nações Unidas. Ele pede que ele colabore com a organização novamente e, em troca, se oferece para evacuá-los em helicóptero.

Gerry revela sua hipótese: que os infectados não mordem pessoas gravemente feridas, gravemente doentes ou em estado terminal, pois seriam inadequados como hospedeiros, o que significa que os infectados mordem apenas pessoas saudáveis

Gerry pede-lhes que lhe injetem um patógeno mortal, mas curável, ao que eles respondem que esta foi a primeira coisa que tentaram com os infectados, mas sem sucesso, uma vez que o que um patógeno precisa para se reproduzir é um hospedeiro vivo. Mas Gerry diz a eles que não é para os infectados, mas para eles, e que não é uma cura, mas uma camuflagem.

Maggie 

Maggie é um filme dramático norte-americano estrelado por Arnold Schwarzenegger e Abigail Breslin, lançado em 2015.

Wade, seu pai, vai procurá-la e a encontra internada em um hospital e convence os médicos a deixá-lo levá-la para casa, com a condição de que, no momento da conversão, ele a leve para o centro de quarentena. De volta para casa, os irmãos mais novos de Maggie saem com sua tia para não serem expostos ao perigo ou traumatizados quando Maggie for convertida.
Wade e sua esposa Caroline tentam normalizar a situação com Maggie nos poucos dias que restam com ela, mas ela se sente cada vez mais alienada. Uma noite ela foge para encontrar seus velhos amigos. Ela acidentalmente quebra um dedo e não sente nada, fica horrorizada e corre de volta para casa.
No caminho de volta, ela é atacada por seus vizinhos convertidos, mas no último momento, Wade aparece e os mata.
O xerife e sua equipe vão ao local, exonerando Wade de qualquer delito, mas avisando-o de que ele deve entregar Maggie logo para evitar ataques como aquele. Wade descobre que seus vizinhos foram infectados escondendo também sua filha infectada, já que nos campos de quarentena os infectados são tratados como animais. Wade decide que vai esperar até que Maggie se transforme e que ele mesmo a matará.

Nos dias seguintes, Maggie sofre pequenos surtos e convulsões. Caroline não suporta mais vê-la assim e antes da condenação de Wade, ela sai com sua irmã e seus outros filhos. O Sheriff tenta levar Maggie à força, mas é repelido por Wade e fica em guarda, zelando por Maggie por um lado e para que não ataquem a casa por outro. Exausto, ele finalmente adormece. Maggie se vira naquele momento e cheira para mordê-lo, mas recupera a consciência por um momento e sobe ao telhado de sua casa para pular no vazio e cometer suicídio.

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